terça-feira, 28 de junho de 2016

Retrato quase perfeito onde se enxerga nitidamente quase nada

O que é que havia se passado?
Sabia! cantou foi no meu muro, futuro ou qualquer nota. Idiota, me repito. Ou a canção é que se repete.
Ou esse maldito sabiá que nunca soube. Mas onde é que eu estava com a cabeça? Achando que havia achado? Parvo.
Trocaram meu genoma pelo de uma mosca de parede, enquanto isso eu pensava que pensava... Três teorias me congelavam de medo e eu não pude me mover.
Uma sobre o tempo dos astros, outra sobre Shiva e a terceira sobre o Nada (nessa me aprofundei).

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